Feira cultural do Pará na Casa de Cultura Mário Quintana

A Casa de Cultura Mário Quintana (CCMQ) recebe nos dias 6 e 7 de maio (sábado e domingo) a feira cultural “O Pará tá aqui”. O evento vai ocorrer das 14h às 21h, levando para a Travessa dos Cataventos artesanato, dança, música, exposição fotográfica, oficina e gastronomia.

Esta é a primeira vez que o Pará realiza uma feira cultural no Rio Grande do Sul. “A ideia é homenagear os paraenses que vivem no RS, agradecer a acolhida e compartilhar um pouco da nossa cultura com os gaúchos, que poderão desfrutar de iguarias que só quem vai ao Pará conhece, como a famosa cachaça de jambú, os pratos típicos, os ritmos e a música”, destaca a idealizadora do evento, Maria Evana Ribeiro.

Um dos destaques da programação são as oficinas de danças da Amazônia e percussão, focados nos ritmos Carimbó, Lundum e Xote Bragantino, ministradas por Junior Leão, do Grupo Folclórico Sabor Marajoara de Belém do Pará, e Loana Oliveira. As inscrições devem ser feitas a partir de 20 de abril pela Fanpage do projeto facebook/oparataaqui.

Já as paraenses radicadas no Rio Grande do Sul, Maí Yandara e Raquel Leão, cantam juntas pela primeira vez nos dias 6 e 7, às 18h, na Travessa dos Cataventos. O repertório, preparado especialmente para o evento, tem ritmos da cultura do norte do país, como lambada, carimbó, brega e lundú.

Serviço:
Feira Cultural “O Pará tá aqui”
Data: 6 e 7 de maio | Sábado e Domingo
Horário: 14h às 21h
Local: Travessa dos Cataventos | Casa de Cultura Mário Quintana (Andradas, 736)
Entrada Franca
Mais informações pelo e-mail mevaribeiro.borges@gmail.com

O carimbó, manifestação musical mais forte da cultura paraense, pode finalmente ter parecer favorável e passar a ter registro como Patrimônio Imaterial da cultura brasileira. O processo - analisado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 2008 - pode culminar com o parecer favorável em uma reunião no dia 11 de setembro, em Brasília, quando o conselho do Departamento de Patrimônio Imaterial (DPI/IPHAN) irá decidir pelo registro. FOTO: EUNICE PINTO/ ARQUIVO AG. PARÁ

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